Nordeste

domingo, 12 de junho de 2011

NÃO DEIXE O AMOR PASSAR








Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.



Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.



Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Memorial conserva utensílios que resgatam a Balaiada






CAXIAS – Hoje (18), em homenagem ao Dia do Museu, vamos conhecer mais sobre um museu do Maranhão: o Memorial da Balaiada, localizado em Caxias. Ele foi construído exatamente onde aconteceram algumas batalhas da revolta. O memorial conserva utensílios e documentos que ajudam a resgatar o fato histórico, ocorrido no século XIX, no interior do Estado.


O museu possui quadros que mostram o estilo de vida da época e ajudam a reconstituir a história. Quem visita o museu pode assistir a vídeos que relatam como foi a Balaiada, tão importante para a história do Brasil.

O Memorial da Balaiada, em Caxias, está aberto todos os dias, em horário comercial.


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VALE A PENA IR VISITAR E CONHECER UM POUCO DA HISTÓRIA DE NOSSO QUERIDO BRASIL. O MUSEU DE CAXIAS DO NORDESTE, TEM UTENSILIOS DA GUERRA DA BALAIADA. FAÇA UMA VISITA A CAXIAS , VOCÊ SERA MUITO BEM RECEBIDO E PODERA DESFRUTAR DE AGUAS CRISTALINAS.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Guerra dos Balaios foi insurreição dos excluídos




POVO EM ARMAS

“O Balaio chegou.

O Balaio chegou.

Cadê branco!

Não há mais branco!

Não há mais sinhô!”

(Versos cantados pelo povo nas ruas durante a Balaiada)

De todas as revoltas que ocorreram no Brasil no período regencial – de 1831 a 1840 – a Balaiada foi a que atraiu maior número de excluídos: negros e mulatos, principalmente.

O conflito começou no dia 13 de dezembro de 1838, data em que chegou à Vila da Manga (atual Nina Rodrigues) um grupo formado por cerca de 15 vaqueiros, liderados pelo ex-escravo mulato Raimundo Gomes Vieira, o “Cara Preta”. Gomes dirigiu-se à cadeia e retirou de lá seu irmão e outros homens que estavam aprisionados para prestar o serviço militar. Eles haviam sido seqüestrados dias antes por tropas do governo.

Em 1839, Manuel Francisco dos Anjos, o “Balaio” (era um modesto fabricante de cestos feitos da palha de babaçu ou buriti), se uniu ao grupo de revoltosos. Ele era movido por um desejo de vingança: a esposa e as duas filhas haviam sido violentadas por militares das tropas legalistas. Assim, o grupo de Gomes ganhou a adesão daquele cujo apelido, “Balaio”, os batizaria.

Logo, a Balaiada estaria dividida em várias frentes, invadindo cidades e feitorias dos dois lados do rio Parnaíba, com o apoio de vaqueiros, artesãos, desertores das forças armadas, escravos fugidos e sertanejos humildes. Em julho de 1839, 2 mil balaios, já com o apoio da facção política liberal “bem-te-vi”, tomaram a cidade de Caxias, a segunda maior do Maranhão.

Os rebeldes foram expulsos de Caxias após pouco mais de um mês de ocupação, mas conseguiram retomar a cidade em outubro de 1839, sofrendo entre as muitas baixas dessa investida, uma mais significativa: Francisco dos Anjos morreu baleado. Novamente expulsos e pela segunda vez retomando Caxias, os balaios tiveram de enfrentar o coronel Luís Alves de Lima e Silva, nomeado comandante das armas e presidente da província do Maranhão. À frente de 8 mil homens, com dinheiro e muito material bélico à sua disposição, o futuro duque reconquistou Caxias, promovendo execuções sumárias, degolando prisioneiros rendidos e pessoas “suspeitas”.

Em junho de 1840, os rebeldes que sobreviveram à luta de Caxias juntaram-se ao numeroso grupo de escravos liderados por Cosme Bento das Chagas, o “Negro Cosme”, na região de Codó (MA). “Negro Cosme” e seu grupo de cerca de 3 mil homens tornaram-se, assim, o inimigo principal do duque de Caxias.

Quando dom Pedro II assumiu o poder e decretou anistia aos rebeldes, em agosto de 1840, Raimundo Gomes e outros líderes a aceitaram, mas o “Negro Cosme” e seu pelotão de escravos preferiram continuar lutando. Traído pelo governo, Gomes foi deportado e morreu durante a viagem.

Em 28 de fevereiro de 1841, Cosme enfrentou sua última peleja no Calabouço (Mearim), quando foi ferido e preso. Condenado à morte, foi levado à forca em 20 de setembro de 1842, em frente à Cadeia Pública de Itapecuru Mirim (hoje Casa da Cultura Professor João
Silveira).

Bob Marley - One Love






HOMENAGEM AO CANTOR BOB MARLEY, PELOS SEUS 30 ANOS DE FALECIMENTO .
UM MITO DA MUSICA JAMAICANA.
UM CANTOR QUE FALAVA DE AMOR.
UM RITMO DE MUSICA MARAVILHOSO.
O MARANHÃO AMA VOCÊ E SEU RITMO CONTAGIANTE.
POR ISSO O MARANHÃO SE TORNOU A JAMAICA BRASILEIRA.
OBRIGADO BOB MARLEY.

Bob Marley-Bad Boy

Bob Marley-Everything's Gonna Be Alright