Nordeste
sábado, 25 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Jovens ensinam nova forma de fazer política


Aumenta a distância entre os políticos e as sociedades em rede: jovens enxergam cada vez menos os partidos como opção para o engajamento político.
Costumo falar aos meus alunos que, ao contrário do senso comum, os jovens se interessam por política; o que eles não gostam é da política convencional. Quem precisa ficar atento a isso é a classe política, que além de ainda não saber lidar direito com as redes pode ser engolida por elas.
Minhas argumentações se comprovam com a recente pesquisa do Datafolha, em parceria com agência Box1824, que ouviu jovens com idade entre 14 e 24 anos.
O levantamento considerou a opinião de quase 3 mil jovens, dos quais 59% não têm preferência partidária e 71% consideram a internet uma ferramenta política.
Os dados mostram que essa faixa etária encontra na internet a forma de se mobilizar politicamente. Conforme publicou o IG, eles “enxergam cada vez menos os partidos como uma opção para o engajamento político”.
Isso assinala alguns fatos muito importantes: a sociedade está mudando, os canais de voz já se ampliaram, a hierarquia está cada vez mais reduzida. A internet, e sobretudo as redes sociais, está tornando as pessoas iguais, com o mesmo poder.
Isso é perfeitamente compreensível se compararmos o comportamento dos jovens nas empresas. Se no meio corporativo, ele buscam horizontalidade nas hierarquias, ou seja, igualdade entre os cargos, logicamente buscarão na política.
Os políticos precisam urgentemente atentar para isso, pois cada vez mais aumenta a distância entre eles e as sociedades em rede. Senão reagirem, com toda a certeza chegará um tempo em que falarão para si próprios. E o parlamento estará nas ruas, longe deles.
O estudo da Box1824 e Datafolha foi feito em duas etapas, uma qualitativa e outra quantitativa. A primeira abordou 1.200 entrevistados de universidades e organizações nas principais capitais do País. A segunda ouviu 1.784 jovens de 173 cidades em 23 Estados.
A pesquisa também concluiu que o jovem brasileiro está otimista com relação ao futuro. Dos entrevistados, 89% afirmam que têm mais orgulho do que vergonha de serem brasileiros. Apenas 9% acreditam que o Brasil está mudando para pior e 15% que o País não está mudando.
Outra constatação foi o otimismo desses meninos, mais ainda entre os de maior grau de escolaridade. Dos que possuem ensino superior, 81% acreditam numa melhora do Brasil. Entre os que fizeram só o ensino fundamental, 68% estão mais otimistas.
Esse fato nos remete a outra análise: se o governo quer ser bem avaliado, deve investir mais em educação. Há variações também entre os sexos. Dos homens consultados, 80% estão otimistas quanto a uma mudança positiva do País. Entre as mulheres, o número cai para 70%. Mesmo assim, aponta para um índice expressivamente alto.
Diante de todo esse cenário que se apresenta, com as redes sociais quebrando paradigmas, ficam alguns questionamentos. Até quando a classe política continuará olhando para o próprio umbigo, desconsiderando a opinião pública? Será que eles conseguirão enxergar em tempo a internet como uma via de mão dupla?
O que se percebe, na verdade, não é uma apatia proposital ou falta de interesse, mas um desconhecimento de como agir e como operar as redes.
Se analisarmos essas transformações sociais demonstradas na pesquisa sob o conceito de política de Aristóteles, vamos perceber que os jovens brasileiros estão no caminho certo. O objetivo deles nada mais é do que aproximar o indivíduo do Estado.
E é isso o que estão fazendo por meio das redes sociais. Segundo Aristóteles, a política visa o indivíduo e ao Estado compete promover a satisfação de todas as suas necessidades. [Webinsider]
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Ainda há possibilidades, de se fazer uma boa politica em prol do povo mais necessitado e não deixar que a politica so beneficie os mesmos de sempre.
È preciso levantar um politico pra realmente defender o povo que é a maioria em nosso país.
A começar pelo salário da maioria que é uma vergonha.
By Célia Goulart
domingo, 12 de junho de 2011
NÃO DEIXE O AMOR PASSAR


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.
Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Memorial conserva utensílios que resgatam a Balaiada

CAXIAS – Hoje (18), em homenagem ao Dia do Museu, vamos conhecer mais sobre um museu do Maranhão: o Memorial da Balaiada, localizado em Caxias. Ele foi construído exatamente onde aconteceram algumas batalhas da revolta. O memorial conserva utensílios e documentos que ajudam a resgatar o fato histórico, ocorrido no século XIX, no interior do Estado.
O museu possui quadros que mostram o estilo de vida da época e ajudam a reconstituir a história. Quem visita o museu pode assistir a vídeos que relatam como foi a Balaiada, tão importante para a história do Brasil.
O Memorial da Balaiada, em Caxias, está aberto todos os dias, em horário comercial.
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VALE A PENA IR VISITAR E CONHECER UM POUCO DA HISTÓRIA DE NOSSO QUERIDO BRASIL. O MUSEU DE CAXIAS DO NORDESTE, TEM UTENSILIOS DA GUERRA DA BALAIADA. FAÇA UMA VISITA A CAXIAS , VOCÊ SERA MUITO BEM RECEBIDO E PODERA DESFRUTAR DE AGUAS CRISTALINAS.
VALE A PENA IR VISITAR E CONHECER UM POUCO DA HISTÓRIA DE NOSSO QUERIDO BRASIL. O MUSEU DE CAXIAS DO NORDESTE, TEM UTENSILIOS DA GUERRA DA BALAIADA. FAÇA UMA VISITA A CAXIAS , VOCÊ SERA MUITO BEM RECEBIDO E PODERA DESFRUTAR DE AGUAS CRISTALINAS.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Guerra dos Balaios foi insurreição dos excluídos


POVO EM ARMAS
“O Balaio chegou.
O Balaio chegou.
Cadê branco!
Não há mais branco!
Não há mais sinhô!”
(Versos cantados pelo povo nas ruas durante a Balaiada)
De todas as revoltas que ocorreram no Brasil no período regencial – de 1831 a 1840 – a Balaiada foi a que atraiu maior número de excluídos: negros e mulatos, principalmente.
O conflito começou no dia 13 de dezembro de 1838, data em que chegou à Vila da Manga (atual Nina Rodrigues) um grupo formado por cerca de 15 vaqueiros, liderados pelo ex-escravo mulato Raimundo Gomes Vieira, o “Cara Preta”. Gomes dirigiu-se à cadeia e retirou de lá seu irmão e outros homens que estavam aprisionados para prestar o serviço militar. Eles haviam sido seqüestrados dias antes por tropas do governo.
Em 1839, Manuel Francisco dos Anjos, o “Balaio” (era um modesto fabricante de cestos feitos da palha de babaçu ou buriti), se uniu ao grupo de revoltosos. Ele era movido por um desejo de vingança: a esposa e as duas filhas haviam sido violentadas por militares das tropas legalistas. Assim, o grupo de Gomes ganhou a adesão daquele cujo apelido, “Balaio”, os batizaria.
Logo, a Balaiada estaria dividida em várias frentes, invadindo cidades e feitorias dos dois lados do rio Parnaíba, com o apoio de vaqueiros, artesãos, desertores das forças armadas, escravos fugidos e sertanejos humildes. Em julho de 1839, 2 mil balaios, já com o apoio da facção política liberal “bem-te-vi”, tomaram a cidade de Caxias, a segunda maior do Maranhão.
Os rebeldes foram expulsos de Caxias após pouco mais de um mês de ocupação, mas conseguiram retomar a cidade em outubro de 1839, sofrendo entre as muitas baixas dessa investida, uma mais significativa: Francisco dos Anjos morreu baleado. Novamente expulsos e pela segunda vez retomando Caxias, os balaios tiveram de enfrentar o coronel Luís Alves de Lima e Silva, nomeado comandante das armas e presidente da província do Maranhão. À frente de 8 mil homens, com dinheiro e muito material bélico à sua disposição, o futuro duque reconquistou Caxias, promovendo execuções sumárias, degolando prisioneiros rendidos e pessoas “suspeitas”.
Em junho de 1840, os rebeldes que sobreviveram à luta de Caxias juntaram-se ao numeroso grupo de escravos liderados por Cosme Bento das Chagas, o “Negro Cosme”, na região de Codó (MA). “Negro Cosme” e seu grupo de cerca de 3 mil homens tornaram-se, assim, o inimigo principal do duque de Caxias.
Quando dom Pedro II assumiu o poder e decretou anistia aos rebeldes, em agosto de 1840, Raimundo Gomes e outros líderes a aceitaram, mas o “Negro Cosme” e seu pelotão de escravos preferiram continuar lutando. Traído pelo governo, Gomes foi deportado e morreu durante a viagem.
Em 28 de fevereiro de 1841, Cosme enfrentou sua última peleja no Calabouço (Mearim), quando foi ferido e preso. Condenado à morte, foi levado à forca em 20 de setembro de 1842, em frente à Cadeia Pública de Itapecuru Mirim (hoje Casa da Cultura Professor João Silveira).
Bob Marley - One Love
HOMENAGEM AO CANTOR BOB MARLEY, PELOS SEUS 30 ANOS DE FALECIMENTO .
UM MITO DA MUSICA JAMAICANA.
UM CANTOR QUE FALAVA DE AMOR.
UM RITMO DE MUSICA MARAVILHOSO.
O MARANHÃO AMA VOCÊ E SEU RITMO CONTAGIANTE.
POR ISSO O MARANHÃO SE TORNOU A JAMAICA BRASILEIRA.
OBRIGADO BOB MARLEY.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
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